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Otite Canina: A inflamação no ouvido dos cães.

O que é?

otite canina é a inflamação no conduto auditivo e representa uma porcentagem significativa no atendimento clínico veterinário, causando forte incômodo e dor para o animalzinho.

Essa doença pode ser causada por fungos, infecção por bactérias, alergias, etc, ou pelo formato das orelhas do cão, que em algumas raças pode ser mais propensa a desenvolver a otite canina.

Apesar de ser uma disfunção comum, a otite canina, se não tratada, pode evoluir para doenças neurológicas, por isso a importância do diagnóstico e tratamento correto.

Sintomas

  • Balançar a cabeça com frequência.
  • Coçar a região da orelha (seja com as patinhas, ou esfregando-as no chão).
  • Sentir dor ao coçar as orelhas; apresentar secreção no conduto auditivo.
  • Excesso de cera e cheiro forte na região das orelhas.

A qualquer sintoma acima, consulte o seu médico veterinário de confiança, e com a prescrição e orientação dele em mãos, entre em contato com a VetFácil Produtos Veterinários e faça um orçamento.

Seu cãozinho merece saúde e bem-estar com qualidade e exclusividade.

Vaqueiros protestam pelo país contra a proibição da vaquejada

Atos ocorrem em ao menos 9 estados e no Distrito Federal.
Semana passada, o STF decidiu que a prática é inconstitucional.

 

Vaqueiros e trabalhadores de vaquejadas protestam nesta terça-feira (11) em ao menos 9 estados e no Distrito Federal contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que pode tornar a prática esportiva ilegal em todo o país.

A vaquejada é uma tradição cultural nordestina na qual um boi é solto em uma pista e dois vaqueiros montados a cavalo tentam derrubá-lo dentro de uma área estabelecida e marcada por cal. Segundo as regras do esporte, a derrubada só é considerada válida se o boi cair, ficar com as 4 patas para cima e se estiver na área delimitada. Dependendo do local da queda, pontos são somados ou não a dupla.

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Protesto a favor das vaquejadas em João Pessoa (Foto: Diogo Almeida/G1)

 

Na semana passada, o STF derrubou uma lei no Ceará que legalizava a prática. Os ministros consideraram que a atividade é inconstitucional e que impõe sofrimento ao animal.

A Associação Brasileira de Vaquejada (ABVQ), por sua vez, argumenta que a decisão do STF “não acompanhou a evolução e adaptação do esporte“, que já não causaria mais sofrimentos ao animal. Eles também defendem os empregos que a modalidade gera.

O regulamento de bem-estar animal da ABVQ prevê que cavalos e gados que participam das competições não passem fome nem sede, que tenham situações de estresse, medo e ansiedade minimizadas e que tenham áreas adequadas para descanso, por exemplo.

Alguns estados firmam ainda termos com os Ministérios Públicos e regulamentam outras ações, como a proibição do uso de luvas com pregos, parafusos ou objetos cortantes; a proibição de bater no animal, de dar choque, usar esporas ou chicotes, entre outras práticas.

Veja como estão os protestos em cada estado:


Alagoas
Vaqueiros de municípios alagoanos saíram as ruas de Maceió nesta terça para protestar contra a proibição da vaquejada. Um grupo a cavalo saiu do Dique Estrada, no Vergel, em direção ao Palácio República dos Palmares, no Centro.

No interior, manifestantes também contrários a proibição interditaram a rodovia BR-423, no quilômetro 40. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), cerca de 100 manifestantes que protestam.


Bahia
Em Feira de Santana, a 100 km de Salvador, o grupo pretende sair em carreata pela BR-116 Sul, uma das principais rodovias do estado, e percorrer ruas até o Parque de Exposições, na BR-324.

O presidente da Associação de Vaquejadas da Bahia, Valmir Velozo, diz que o grupo está preocupado com a possibilidade de proibição da prática no estado, após a decisão do Supremo no Ceará. “Muita gente depende desses eventos no estado e no Brasil. No Brasil, são 720 mil empregos. São 120 mil diretos e 600 mil indiretos”, avalia.


Ceará
Vaqueiros e apoiadores da vaquejada realizam um protesto na manhã desta terça-feira em frente ao Clube do Vaqueiro, no Quarto Anel Viário, no Eusébio. O grupo seguiu em um comboio de caminhões pela BR-116. A estimativa dos organizadores é que o ato reuniu aproximadamente 80 caminhões. A organização não estimou quantas pessoas participam do protesto. A Polícia Militar informou que não divulga número de participantes em protestos.


Distrito Federal
Vaqueiros e criadores de gado do Distrito Federal levaram cavalos à Esplanada dos Ministérios nesta terça contra a proibição da prática. Segundo os organizadores, são cerca de 300 pessoas no ato. A PM estima em 40. Os vaqueiros que participaram do protesto estimam que 700 mil pessoas, que trabalham direta e indiretamente com o esporte, sejam afetadas pela proibição do Supremo.


Maranhão
Vaqueiros fizeram uma manifestação em São Luis em frente à sede da Assembleia Legislativa do Maranhão, na Avenida Jerônimo de Albuquerque. Eles são contra a decisão do STF que proibiu a vaquejada no Ceará. O ato público foi para pressionar os parlamentares maranhenses a se manifestarem nesta discussão e legalizarem a vaquejada.


Pará
Cerca de 50 pessoas interditam parcialmente a BR-316, na altura do km 10,  desde as 10h20 desta terça, em Ananindeua, na região metropolitana de Belém. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, trata-se de boiadeiros que protestam contra a decisão do STF que proibiu a prática de vaquejada. Ainda não há informações sobre a liberação da rodovia.


Paraíba
Na Paraíba, há manifestações a favor da vaquejada na capital, João Pessoa, e em Campina Grande. Segundo a organização, mais de 300 cavalos e mais de 500 pessoas estão participando do ato em João Pessoa. Em Campina Grande, a organização estima 400 pessoas e 150 cavalos. A PM não acompanha os atos nas duas cidades.


Pernambuco
Vaqueiros que atuam em Pernambuco estão ocupando, na manhã desta terça, o Jockey Club do Recife. O grupo protesta contra a proibição da vaquejada.

Em Caruaru, no Agreste pernambucano, um grupo de manifestantes deve percorrer as BRs 232 e 104 em protesto pela vaquejada.

Em Petrolina, vaqueiros fizeram uma manifestação na ponte Eurico Gaspar Dutra, que liga as cidades de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, a Juazeiro, na Bahia. O trânsito da BR-407 ficou interditado nos dois sentidos. Da ponte, os vaqueiros seguiram em cavalgada para a Prefeitura de Petrolina, Zona Central da cidade, onde continuaram o protesto.


Piauí
Em Teresina, cerca de 600 manifestantes, segundo a organização, se reúnem na Avenida Marechal Castelo Branco, Zona Norte da capital, para protestar pela legalização da vaquejada. A PM não informou o número de participantes. Em todo o Piauí, são aproximadamente 100 mil vaqueiros.


Rio Grande do Norte
Em Natal, um grupo de manifestantes protesta contra a proibição da vaquejada em frente à Assembleia Legislativa. O ato é organizado pela Associação dos Vaqueiros Amadores do Rio Grande do Norte (Assovarn) e tem o apoio de outros segmentos ligados ao homem do campo.

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Competições de vaquejada são tradicionais em todo o Nordeste (Foto: Prefeitura do Cantá/Divulgação)

 

Fonte: G1.globo.com

Senepol feito para o Brasil por causa do clima

O Brasil é um país de clima tropical, no entanto, na maior parte do ano os dias são quentes considerando que parte da estação outono tem tido nos últimos anos muitos dias quentes, com temperatura elevada assim como na primavera e no verão.

Diante desse fato, investir na criação de gado Senepol é uma solução interessante para manter a produção sem que seja afetada pelo clima quente e claro, também na época mais fria do ano.

Senepol é uma raça bovina ideal para a criação no Brasil, essa observação tem como base a resistência que ele tem, que na verdade é uma das principais vantagens, suporta e se adapta muito bem a lugares quentes, de temperatura elevada. Além disso, consegue viver alguns dias sem água e essa escassez não interfere significantemente na saúde. Evidente que todos os animais precisam ter acesso livre a água, mas estamos nos referindo a questões de urgência.

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Falando em clima quente, outro fator muito comum são os parasitas que nos dias quentes tendem a se proliferar mais do que durante o frio, no caso do Senepol, ele tem resistência natural quanto a parasitas que costumam infectar o rebanho como o carrapato e a masca do sono. Com essa condição natural de imunidade mais forte do que as demais raças quanto às infecções causadas por contágio desses parasitas, somam-se então mais um bom motivo para ter o Senepol nos pastos brasileiros.

Temperatura elevada

A cada ano, as temperaturas, principalmente no verão estão cada vez mais altas e no Brasil, em praticamente todas as regiões, os termômetros têm ultrapassando a marca dos quarenta graus, o que afeta não só a vegetação, mas também os animais.

O Senepol lida e se adapta muito bem a essa realidade sem nenhum prejuízo, por tanto, esses são os principais motivos para que os criadores pecuaristas invistam mais no Senepol.

Fonte: SINARA GALVÃO, senepol.blog.br.

Cólica em Equinos

Não é raro observar um equino solto no pasto rolando, mas como saber se este animal está apenas se coçando ou está com dor? Ou melhor, como saber se este cavalo está com cólica?

A síndrome cólica é um termo geral utilizado para descrever a dor de origem abdominal, mais comumente encontrada no sistema digestório do cavalo.  A dor é principalmente causada por compactações, timpanismos, espasmos musculares ou torções. As alterações no manejo diário, infestações verminóticas ou estresse podem ser o disparo inicial necessário para esta cascata de eventos.

A intensidade da dor de cólica pode ser variável, no entanto, deve ser sempre considerada uma emergência e tratada como tal.  Quando está com cólica, o cavalo nos mostra claramente o seu desconforto. A sua expressão facial muda, o animal fica inquieto, cava o chão, deita, rola, olha para o flanco, mexe na água.

O controle da dor do animal deve ser primordial nestas situações. Além de promover conforto ao animal, é mais seguro para o proprietário e para o médico veterinário examinar o cavalo que pode estar irritadiço. O medicamento Flunixin meglumine foi introduzido no mercado na década de 70 e até os dias de hoje se consagra por sua prolongada e potente analgesia visceral, além da atividade anti endotoxêmica.

Portanto, reconhecer um animal com cólica é simples, no entanto, o seu tratamento deve ser sempre encarado com seriedade e respeito pelo animal. O médico veterinário é a pessoa mais capacitada para conduzir estes casos adequadamente.

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Fonte: Raquel Albernaz , Especialista Técnica – Linha Equinos Ourofino

Dicas de economia nos cuidados com equinos

Os gastos com o manejo e saúde de um equino não são poucos, mas algumas alternativas simples podem diminuir os custos empregados na criação, sempre pensando no bem-estar do animal. Separamos algumas dicas:

Dicas de economia nos cuidados com equinos

  • Uma falsa alternativa são as reduções financeiras empregadas com veterinários, dentistas, ferradores, dentre outros profissionais. A manutenção da saúde na equinocultura irá recompensá-lo em longo prazo, evitando gastos onerosos com tratamentos caros, por não se ter investido em medidas profiláticas. Uma saída são os exames em grupos de equinos, caso o criador tenha um bom número de animais ou na união com amigos proprietários, podendo negociar honorários mais leves por consultas e manejos grupais;
  • A manutenção do equipamento irá lhe poupar dinheiro. Mantenha-os sempre limpos e o couro bem untado;
  • Certificar-se das necessidades reais antes de qualquer compra é um ponto importante, e em caso de dúvida, sempre consultar um veterinário, ferrador ou instrutor de equitação;
  • Organize encontros com seus amigos de equitação para trocar materiais que já não utiliza, verificando sua funcionalidade, conservação e limpeza;
  • Uma cama fina para um cavalo que se encontra em um “boxe” é outra falsa economia, podendo levar o equino a incapacidade de monta;
  • Em caso de viagens para provas e encontros de cavalgadas, partilhe os custos com um amigo, reduzindo valores a metade.

Fonte: Equisport

As equipes do hipismo já estão chegando no Rio para os Jogos Olímpicos

Entre os melhores atletas do mundo que chegam ao Rio para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, existe um grupo em especial que precisa de atenção redobrada. Eles não são milionários, nem têm nomes conhecidos, mas o Comitê Organizador separou uma equipe dedicada inteiramente ao seu bem-estar. São os cavalos – mais de 300 deles – que viajarão para o Brasil em aeronaves exclusivas para competir nas provas do hipismo.

24 dos atletas equinos já chegaram no Rio, vindos de 10 países diferentes, uma grande e capacitada equipe de médicos veterinários já estão cuidando desses competidores de elite.

“Esses cavalos são atletas de alta performance e precisam ser tratados como tal. Eles recebem o mesmo nível de atenção que qualquer um dos nossos atletas humanos”, explica Alex Titan, gerente de Competição do Comitê Rio 2016.

As semelhanças podem ser surpreendentes. Os cavalos também devem “checar”, por exemplo, se seus documentos de viagem estão válidos antes de uma viagem.

“Um cavalo, como um humano, tem seu próprio passaporte. Eles contêm informações importantes, como uma descrição física detalhada, a lista de competições disputadas e as vacinas tomadas”, conta.

Passaportes dos cavalos contêm descrições físicas detalhadas e informações sobre vacinas (Foto: Rio 2016/Alex Ferro)

Os cavalos serão trazidos ao Brasil em aeronaves com capacidade para até 40 animais. Os aviões são adaptados para conduzi-los de maneira segura e o mais confortável possível. Não há champagne para beber ou filmes para assistir, mas estes passageiros VIP recebem uma dose especial de feno durante toda a viagem.

“Algumas vezes, os cavalos precisam de mais cuidados do que um humano. Qualquer machucado pequeno em um animal pode tirá-lo da competição. Nosso trabalho é evitar qualquer forma de contaminação, garantir que eles tenham a alimentação apropriada e que não sofram durante o transporte”, disse Luciana Martins, uma das especialistas em cavalos contratada pelo Comitê para garantir que os animais que vão competir nos Jogos Rio 2016 cheguem e voltem em segurança.

Para viajar, os cavalos precisam vestir um equipamento de proteção especial. Em circunstâncias excepcionais, podem até necessitar de medicamentos para se acalmar durante o voo, mas isso não é tão comum como alguns podem pensar. Estes animais são viajantes experientes e estão sempre acompanhados de profissionais especializados no seu bem-estar. Eles viajam mais do que muitos humanos, principalmente pelo fato de estarem baseados na Europa, em sua maioria, e competirem em eventos sediados em países nos cinco continentes.

Aviões adaptados podem transportar até 40 cavalos de uma vez e ainda contam com espaço disponível para estoques de feno (Foto: @Peden Bloodstock 2014)

Do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, os cavalos serão conduzidos em caminhões para o Centro Nacional de Hipismo, localizado no Parque Olímpico de Deodoro. Outros “serviços VIP” incluídos no pacote especial são massagens, fisioterapia e acupuntura entre as provas.

O hipismo Olímpico é dividido em três disciplinas: saltos, que terá 75 cavalos e 15 reservas; concurso completo de equitação, com 65 cavalos e 11 reservas; e adestramento, com 60 cavalos e 10 reservas. Outros 78 vão competir nos Jogos Paralímpicos e, assim, o total chega a 314 animais velozes no Rio 2016. Destes, somente 12 pertencem à equipe brasileira, mas mesmo alguns destes devem vir do exterior.

Cada nação traz ainda o seu time de veterinários e fisioterapeutas para cavalos, mas o Comitê Organizador disponibilizará o suporte.

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Foto: @Brasil.FEI – Fédération Equestre Internationale

“Um dos maiores desafios é lidar com acidentes durante as provas. Pode ser muito difícil cuidar de animais deste porte com o público tão perto”, afirma Luciana.

Graças aos especialistas do Rio 2016, os Usain Bolts e Michael Phelps do mundo animal serão bem cuidados.

 

Fonte: Fédération Equestre Internationale & Rio 2016.

Vermifugação: saiba o porquê pode não estar funcionando

A boa produtividade dos rebanhos bovinos de corte e de leite está diretamente ligada à saúde dos animais. A saúde plena dos animais depende, além da alimentação adequada, de cuidados especiais como vacinação (controle de doenças) e vermifugação (controle de parasitas).

Vermífugos para bovinos exige manejo correto na aplicação, cuidados com a dosagem, calendário específico, princípios ativos eficientes e equipamentos próprios.

Moxidectina, irvemectina, levamisol e albendazol estão entre os princípios ativos utilizados nos vermífugos da atualidade.

Hoje em dia é muito comum verificar que os parasitas apresentam resistência à eficiência de alguns vermífugos. Vários fatores influem na eficiência dos vermífugos. Dentre eles pode-se incluir a subdosagem do produto, intervalo correto entre aplicações, aplicações simultâneas com outras vacinas, equipamentos inadequados, etc.

Todo cuidado e zêlo devem ser tomados quanto à aplicação de vermífugos. Embora os custos dos vermífugos representem menos de 1% na produção dos bovinos, sua ausência ou uso inadequado pode representar até 20% de perda na sua produtividade.


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Fonte: MFrural

Como dar banho em cães e gatos?

Os cães precisam tomar alguns cuidados higiênicos com determinada periodicidade – e o mesmo vale para os felinos, que por mais que se limpem com a língua no decorrer do dia, também demandam de um bom banho de vez em quando.

E mesmo que seja mais simples para grande parte dos donos levar os seus animais de estimação ao petshop para realização dessa atividade, ainda há quem prefira dar o banho e fazer a higiene completa dos bichinhos na comodidade de casa.

E para que esse momento tão importante na vida do seu animal seja levado a sério e seja não só uma obrigação como também uma diversão para ele, confira neste artigo algumas dicas que farão a diferença na hora do banho nos pets. Vamos conferir?

• Qual a importância do banho?

Primeiro, o dono deve ter a consciência de que o banho é de extrema importância para o seu animal. Isso porque esse é um dos momentos de maior interação entre ambos: é quando você vai alisá-lo, escová-lo, lavá-lo, e possivelmente, notar que alguma coisa está diferente. Sendo assim, o banho deve ser levado a sério: é quando o seu bichinho se permite ser analisado, e é também quando você o conhece melhor.

como dar banho em gatos

• Qual é a frequência indicada para dar banho do pet?

Aqui tudo varia: em relação ao animal, à raça, tipo de pelagem e até mesmo de possíveis problemas de pele.
Os gatos geralmente têm um ponto positivo nesse quesito, uma vez que realizam por conta própria a limpeza dos pelos (se lambendo). Sendo assim, um banho por mês já é o suficiente.

No que se refere aos cães, os cuidados são redobrados: os banhos devem ser realizados a cada duas semanas (15 dias). Tudo vai depender também do quanto eles se sujam e do tipo de pelo.

• Qual é a melhor temperatura para a água?

Na hora de dar banho em seu cão ou gato, opte por água morna – isso evitará ao máximo qualquer tipo de desconforto ao seu pet. Água gelada ou extremamente quente pode fazer com que eles se sintam estressados, inseguros e, é claro, desagradáveis. Nos dias quentes, a água ambiente (como a de torneira) pode ser uma boa pedida.

• Qual é o melhor xampu para o animal?

Os cachorros e gatos sem nenhum tipo de problema de pele podem ser lavados com xampus ou sabonetes neutros de uso veterinário. Já pets com problemas como piodermite ou seborreia, por exemplo, precisam de cuidados especiais – o xampu neste caso precisa ser prescrito por um profissional veterinário, que também dirá qual é a melhor frequência para os banhos.

Na hora de dar banho no seu cão ou gato em casa, lembre-se que o seu pet precisa se acostumar com essa rotina. Por isso, escolha um lugar que seja seguro para ambos, siga as recomendações já citadas anteriormente e coloque algodão em seus ouvidos, evitando a entrada de água na região. Comece sempre os banhos pela cabeça, seguindo em direção ao resto do corpo. Tome cuidado especial com os ouvidos e olhos.

Fonte: Blogbergvet

Cuidados básicos em procedimentos cirúrgicos de bovinos

Diversas são as abordagens cirúrgicas em bovinos, podendo ocorrer desde os mais simples procedimentos como suturas de pele (acidentes com cortes), castração, laparotomias, ruminotomias, descornas, preparo de rufiões, amputação de falange e até mesmo procedimentos mais delicados como cesarianas e herniorrafias. De fato os procedimentos serão bem sucedidos e com prognóstico favorável quando algumas regras básicas forem seguidas com cuidado, principalmente devido aos riscos de procedimentos realizados a campo. A segurança advinda de uma contenção adequada, a higiene, a utilização de instrumentos cirúrgicos e luvas estéreis, paramentação, o preparo de um amplo campo operatório e a antissepsia cuidadosa do local que receberá a intervenção cirúrgica são os maiores aliados do médico veterinário para o prognóstico favorável até a completa recuperação do animal (KNECHT et. al., 1985). De fato, mesmo respeitando todos os cuidados necessários, as cirurgias a campo tendem ao grande risco de contaminação e consequentemente às infecções (TAVARES, 1993).

Herniorrafia
Herniorrafia

Submeter os animais ao jejum antes do procedimento é fundamental e irá depender do tempo de cirurgia, do regime alimentar anterior, da postura do animal durante o procedimento, do tipo de contenção química que será adotada (miorrelaxantes) e do anestésico, sendo esta uma importante decisão que cabe ao cirurgião com experiência determinar (GALERA, 2005). A grande maioria dos procedimentos cirúrgicos pode ser acompanhada de fluidoterapia com Fortemil e Cálcio Reforçado Ourofino que contribuem para uma rápida recuperação do animal. A reposição hidroeletrolítica com Fortemil evita a desidratação, contribui para a manutenção da volemia e do metabolismo energético, o Cálcio Reforçado Ourofino, impede a paralização do sistema digestório dos ruminantes, prevenindo o meteorismo, e permite ao sistema músculo esquelético uma rápida recuperação do tônus no pós-operatório. Nunca se deve negligenciar o jejum em procedimentos cirúrgicos.

Procedimentos cirúrgicos contaminados e laboriosos onde houve muita manipulação tendem a um maior risco para o desenvolvimento de gangrena gasosa e por isso recomendamos a vacinação do animal com Ourovac Poli BT, se possível, sete dias antes da realização do procedimento nos casos eletivos, por isso é importante que o rebanho esteja sempre com a vacinação anual atualizada, reduzindo os riscos nos procedimentos emergenciais.


Descorna Cirúrgica

A antibióticoterapia no pos-operatório é quase uma regra nas cirurgias realizadas a campo, os riscos de contaminação da ferida cirúrgica durante ou depois do procedimento são maiores, por isso é importante a profilaxia. O antibiótico de escolha deve apresentar amplo espectro de ação, longa ação e facilidade de aplicação. O Penfort PPU é frequentemente utilizado e o seu uso consagrado a campo. Recentemente os antibióticos Resolutor e Lactofur vêm apresentando excelentes resultados e driblam a resistência bacteriana com grande eficácia. Para o controle da dor e inflamação a Ourofino apresenta as seguintes soluções para a rotina, Diclofenaco 50 e Cortiflan, no caso de procedimentos mais delicados podemos utilizar Maxicam 2% e Desflan.

Fonte: Ingo Mello, Médico Veterinário.

Referências:

GALERA, P.D. Apostila de técnica cirúrgica. UNB – Universidade de Brasília. Faculdade de Agronomia E Medicina Veterinária de Brasília Agosto/ 2005.

KNECHT, C.D. et al. Técnicas fundamentais em cirurgia veterinária. São Paulo : Roca, 1985. 308p.

TAVARES, W. Manual de antibióticos e quimioterápicos antiinfecciosos. Rio de Janeiro : Atheneu, 1993. 770p.

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